A Guerra dos Reinos [enredo pausado]

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A Guerra dos Reinos [enredo pausado]

Mensagem por nanos233 em Qui 02 Ago 2012, 17:54

Hey pessoal, beleza? Então tá bom! Very Happy
Enfim!

Uns meses atrás eu estava escrevendo um enredo medieval que mistura Guerreiros e até Magos, e queria mostrar a vocês, compartilhar minhas ideias!
Como podem ver no título do tópico, se chama A Guerra dos Reinos!
Vou postar o capítulo I aqui para vocês, fiz 3 no total, mas já tenho planejado resumidamente todos os acontecimentos da história Very Happy

Capítulo I - O Blefe
Spoiler:
Não era normal ver guerras acontecendo entre reinos em Pacem, e isso graças a um importante decreto feito pela Organização da Paz (a OP).
Em 1500, Lennon, presidente da OP na época, juntou os três representantes dos três reinos existentes em Pacem: David, de Mortale (reino dos mortais); Dustin, de Potestatem (reino dos magos); e Jean, de Bellator (reino dos guerreiros).
O objetivo da reunião foi para que todos os três, mais alguns representantes da OP assinassem um decreto que valeria para sempre, garantindo paz e tranquilidade à Pacem.
Todos estavam de acordo, a não ser Dustin. Na filosofia dele, era o povo dele, os magos, não se igualavam aos mortais e aos guerreiros, e sim se sobressaíam aos mesmos. Dizia que magos são os mais poderosos, e por isso deviam comandar Pacem.
Apesar do desentendimento por parte de Dustin, findou assinando o Decreto das Três Nações.


Atualmente, em 1680, Pacem realmente continua em completa paz e tranquilidade. Sinal de que o decreto foi extremamente útil para que exista paz no país.
Neste momento, a OP está em reunião juntamente dos atuais representantes dos reinos: Richard, Clay e John. Respectivamente, os representantes de Mortale, Potestatem e Bellator.
Hernandes, o presidente, queria adicionar uma pequena cláusula no Decreto para que além de paz, fossem autorizados oficialmente negociações de recursos naturais entre reinos, pois alguns reinos tinham muito de algo, enquanto o outro estava em falta, findando que os preços de alguns produtos subissem absurdamente, ou alguns comerciantes arrumassem modos ilegais de conseguir mercadoria.
Uma cláusula que será útil para todos.
O decreto estava guardado em um antigo cofre que era trancado com sete correntes de prata por questões de segurança, afinal, a paz do país inteiro estava naquele documento bem conservado.
Hernandes vai até uma sala em outro local do palácio-sede da OP para buscar as chaves necessárias para abrir o cofre e volta em poucos minutos.
Após abrir o cofre e pegar o envelope que guarda o decreto, diz:
– Antes de retirar o Decreto das Três Nações de dentro deste envelope, precisamos saber: Quantos concordam com a nova cláusula que foi solicitada?
Mathenson, Richard e Johny ergueram suas mãos. Clay não executou um movimento sequer. Ele era a minoria, fazendo com que a cláusula fosse aceita e todos obrigatoriamente tivessem de assinar.
Hernandes retira o decreto do envelope e arregala seus olhos.
– A assinatura de Dustin não está aqui! O que houve?! Não é possível. – Disse em tom irritado e ao mesmo tempo perplexo.
Todos têm praticamente a mesma reação de Hernandes, exceto Clay, que apesar de surpreso, sorriu discretamente.
– Então vocês precisariam de uma nova assinatura para que o decreto continuasse válido para meu reino, certo? – Diz em tom irônico.
Ele estava certo, infelizmente. A OP de nada poderia fazer sem a assinatura que validasse a participação de Potestatem no decreto.
Mas por que o espaço para a assinatura de Dustin estava em branco?
Ninguém sabia, mas ele, com seus poderes de mago lançou a magia current vita, ou seja, ele fez um tipo de “laço vitalício” com sua assinatura, fazendo que ela se desapareceria com o falecimento do mesmo. Ele planejou a conquista de Pacem para o governo que viria após o dele. Um plano lendo, porém muito bem pensado.
–Clay, você precisa assinar! Pacem não pode deixar de ter tranquilidade e acima de tudo, união entre os reinos! – Implorou Richard.
De nada adiantou. Formou-se uma grande discussão para que Clay assinasse, mas, enquanto todos imploravam por isso, ele simplesmente se retirou da sala e foi embora de volta para Potestatem em sua nobre carruagem, escoltado por dez subordinados.
Todos continuaram na OP para decidir o futuro de Pacem.
Passaram horas discutindo – algumas horas até de um modo desorganizado. Richard passou a reunião toda em pleno desespero. Não era à toa, afinal, os mortais são humanos sem poder ou habilidade alguma, são frágeis a qualquer tipo de ataque.
Johny, que no começo não concordava com a afirmação de Richard, com o desenrolar da reunião passou a ficar de acordo, e deu a idéia de união entre Mortale e Bellator. Caso um precisasse de ajuda do outro, teria de ajudar. Como se fosse uma relação Pai e filho.
Hernandes e Mathenson acharam uma ótima idéia e não demorou para que começassem a criar um decreto entre Mortale e Bellator ali mesmo. Mas como já era tarde quando Johny propôs a união, precisavam descansar, e dar continuidade ao amanhecer do dia seguinte.
– Vocês passarão esta noite em nossos dormitórios do palácio para que possamos continuar amanhã, e criar o decreto de união. – Noticiou Mathenson, após decidir sussurrando com Hernandes.
Todos se levantaram e se direcionaram até a saída da sala de reuniões oficial da OP.
Mathenson guiou Richard e Johny até seus dormitórios individuais. Os subordinados que os acompanhavam, ficaram no abrigo coletivo do palácio.

São apenas seis e meia da manhã, e o sol começa a nascer. Todos são acordados e fazem um nobre desjejum no salão de refeições da OP.
Sete e meia todos estavam terminando, e as oito estavam todos já na sala de reuniões oficial para decidir como será organizado o decreto entre as duas nações.
Três horas e tudo estava praticamente definido e escrito no documento oficial. Faltavam apenas as assinaturas e a leitura coletiva final do decreto para que todas as dúvidas fossem sanadas.
Richard fica muito mais tranqüilo ao saber que um decreto de união foi feito, pois agora tem uma espécie de “proteção” em Mortale. Em casos de guerra, ambos os reinos poderiam recrutar homens do outro para ajuda caso necessitasse, e no caso de Mortale, era óbvio que iriam necessitar.
Richard, Johny, Hernandes e Mathenson assinaram o agora Decreto União Paciana.

Alguns anos se passaram e apesar de Potestatem estar de fora de quaisquer regras, ficou em paz. Ninguém sabia o porquê disso, mas não acharam ruim.
Porém, nem tudo o que é bom dura pra sempre.
Clay envia um subordinado disfarçado de cidadão comum para Bellator para que espalhasse a notícia de que ele estava prestes a declarar guerra com Mortale.
Esse foi o inicio de um grande plano de Clay. Um simples blefe, que poderia originar um grande caos.

Talvez existam alguns erros de ortografia (espero que não lol), mas leiam ae Very Happy

Flwwwww!

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