Eu escrevo bem? Opinem!

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Idéia Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por Willy em Sab 28 Jun 2014, 23:36

Olá amigos! Hoje não vim divulgar uma engine, um tutorial, tampouco um projeto... Mas sim, vim coletar a opinião de vocês! Alguns amigos meus elogiam a forma como eu escrevo, dizem que eu tenho talento para escrever e coisas mais... Reconheço que eu gosto de escrever artigos, mas nunca pensei em escrever uma grande história ou coisa parecida, portanto, resolvi explorar esse meu lado de uma forma diferente, saindo da minha zona de conforto e escrevendo, de fato, uma história.

O que vocês vão ler abaixo, trata-se do primeiro capítulo de uma historia (sem nome) que eu ainda estou desenvolvendo. Gostaria da opinião de vocês, quero saber se a forma como eu escrevo causa uma boa impressão, se desperta interesse, se a leitura não fica enjoativa, se eu passo muitos ou poucos detalhes, enfim, o que vocês quiserem comentar. Sem mais delongas:

Novo Capítulo 1:
Abri meus olhos, mas não consegui enxergar direito... Minha visão ardia, tudo estava embaçado e um enjoo revirava o estomago. Deitado em um banco de concreto, pude sentir minhas costas me dando uma bronca por ter escolhido um lugar tão desconfortável. Todo meu corpo doía, mas fiz um esforço e fiquei sentado para me recuperar, e ao mesmo tempo, tentar lembrar como fui parar ali.  A visão voltava aos poucos - diferente de minha memória – e meus pensamentos estavam confusos, não lembrava de nada útil que explicasse o que teria acontecido. Minha mente e uma folha em branco nunca foram tão parecidas...
Alguns minutos se passaram e minha visão voltou praticamente ao normal. Só então pude olhar em volta e ver onde estava. Fiquei espantado ao perceber que estava em uma antiga estação ferroviária. Não reconhecia aquele lugar, nunca estive lá, ou pelo menos não consegui lembrar. Era uma noite fria, não tinha ninguém além de mim na estação. A sensação de estar sozinho em um lugar destes e não saber para onde ir era desconfortante, tanto que o medo tomou conta de mim.
Minha boca estava seca, a garganta ardia e a cabeça latejava de uma forma preocupante. Precisava de água para beber e para lavar o rosto, então, me coloquei de pé e comecei a explorar a estação. Conforme andava, mais surpreso ficava por saber como uma simples estação de trens podia ser tão sombria quando se está sozinho e à noite. As paredes eram maltratadas, cartazes de propagandas se confundiam com a pintura e a cor cinza dominava graças à má iluminação. Depois de alguns minutos caminhando, encontrei um banheiro e fui lavar o rosto. Junto a pia, peguei água com as mãos e joguei no rosto, massageando os olhos com as pontas dos dedos. Meu coração quase saiu pela boca quando me vi no espelho, meu rosto estava horrível, cheio de cortes e hematomas.
-Céus! Que diabos eu fiz? – Falei sozinho, surpreso e temoroso pelo que teria acontecido comigo antes de chegar nesta estação.
Ver o estado de meu rosto me deixou preocupado. Eu estava vestido com um traje social, sapatos de couro negro e engraxados, uma calça de algodão preta e uma camisa de manga longa com listras brancas e cinzas.  O vestuário não permitia que eu visse meu corpo, portanto, fiz questão de passar as mãos por ele todo à procura de mais estragos, e acabei encontrando. Cortes e hematomas por todos os lados, alguns inofensivos e outros intimidadores. Pelo menos eu já sabia para onde deveria ir, a um hospital.
A água do banheiro não era boa para beber, e como ainda estava com sede, continuei a explorar a estação, mas desta vez, com muita dor. Meu cérebro tinha esquecido até dos ferimentos, e vê-los o fez perceber que deveriam doer... Não encontrei nenhum bebedouro e todas as lojas de conveniência do local estavam fechadas devido ao horário, que a julgar pelo silencio, pelo frio e pela discreta neblina que pairava sobre o chão, deveria ser por volta das três horas da manhã. Lembrei-me que na parte externa das estações geralmente tem uma máquina de refrigerantes e de doces. Tinha algumas moedas no bolso, não era muito, mas era suficiente para comprar uma garrafa de água. Agora, eu só tinha que descobrir o caminho para o lado de fora...
Me orientando pelas placas, consegui chegar facilmente na área exterior. Fiquei de queixo caído ao chegar próximo aos trilhos... Eu não estava em uma simples estação, estava em uma estação no meio do deserto. Não importava para que lado que eu olhava, só conseguia ver areia que sumia no horizonte. Fiquei horrorizado ao perceber que não tinha como ir para lugar algum, pois eu não tinha dinheiro para comprar um bilhete para o próximo trem, e ir a pé pelo deserto, estava fora de questão. Eu já podia me ver pedindo esmolas para as pessoas que chegassem a estação, e esse pensamento incomodava mais do que as dores de meu corpo, aquilo seria humilhante...
Pouco tempo depois, acalmei os pensamentos e continuei a procurar pela máquina de refrigerantes. Minha teoria estava certa e encontrei a máquina ao lado de alguns bancos, idênticos ao que estava deitado. Parei em frente e vi o preço da água, coloquei a mão no bolso e tirei algumas moedas. Para minha felicidade, tinha dinheiro suficiente para comprar uma garrafa de água e uma barrinha de cereal. Alegre por saber que tinha encontrado algo para beber e comer, coloquei as moedas na máquina rezando para que ela me entregasse o que pedi. Percebi que minha fé não era das melhores, pois a garrafa d’água ficou enroscada e não caiu. Furioso, nem me atrevi a colocar o restante das moedas para comprar o cereal, parti logo pra ignorância e dei uns bons chutes e chacoalhadas. Dei as costas ao perceber que meu esforço foi inútil e que as dores só tinham piorado. Pisando forte e bufando, andei de volta o caminho que tinha feito sem saber ao certo o que deveria fazer. Já estava um pouco distante da maldita máquina, quando ouvi um barulho vindo dela.
-Minha garrafa de água! – Pensei alto.
Voltei para averiguar, coloquei a mão na dispensa e lá estava ela, mas, não estava só. Senti um papel junto à garrafa e os retirei da dispensa. Aquela noite estava mesmo surpreendente! Encontrei um bilhete que permitiria embarcar no próximo trem, provavelmente alguém deixou cair dentro da máquina quando fora retirar seu produto.
Aliviado por ter conseguido água e por ter encontrado um bilhete, fechei os olhos e comecei a beber aquilo que mais parecia o néctar dos deuses, mas, minha alegria foi substituída rapidamente por espanto, quando senti a terra tremer junto com um ruído que se aproximava, seguido de um forte vento que vinha de trás trazendo consigo uma nuvem de areia. Aquilo era um trem se aproximando!
Uma enorme locomotiva parou na estação, era a famosa “maria-fumaça”. Não consegui decidir se ficava mais surpreso com sua graciosidade ou por um trem tão antigo ainda servir de transporte. Com sua chegada, o silencio angustiante se dissipou e me deixou aliviado, pois agora tinha como chegar à cidade mais próxima e tratar os ferimentos em um hospital.
Apesar do barulho do trem dar vida a estação, ainda me sentia sozinho. Esperei alguém descer do trem para que me dê informações, mas ninguém apareceu. Por alguma razão estranha, me senti especial, parecia que o trem surgira do nada só para me levar ao meu destino...
Um pouco nervoso, subi as escadas de metal e entrei no trem. Como já imaginava, o interior não era muito diferente da estação, não havia ninguém. Confesso que não ficaria surpreso se nem ao menos um maquinista estivesse operando a maria-fumaça. Apesar de antigo, o trem era acolhedor e aconchegante, os acentos pareciam ser confortáveis e convidativos e mal podia esperar para relaxar em uma dos lugares. Andando pelo corredor, escolhi um lugar na janela para e observar o misterioso deserto, pensava como era possível uma linha de trem existir em um local tão inóspito e como a areia não afetava o contato do trem com os trilhos. Poucos segundos depois de me acomodar, um estrondoso e agudo som tomou conta do ambiente, era o velho apito da dona maria-fumaça avisando que estava prestes a partir...

Antigo Capítulo 1:

Abri meus olhos, mas não consegui enxergar direito... Minha visão ardia, tudo estava embaçado e um enjoo revirava o meu estomago. Eu estava deitado em um banco de concreto, pude sentir minhas costas me dando uma bronca por ter escolhido um lugar tão desconfortável para deitar. Todo meu corpo doía, mas fiz um esforço para ficar sentado para me recuperar e ao mesmo tempo tentar lembrar como eu fui parar ali. Minha visão voltava aos poucos, diferente de minha memória. Meus pensamentos estavam confusos, não me lembrava de nada útil que explicasse o que tinha acontecido comigo, minha mente e uma folha em branco nunca foram tão parecidas...

Alguns minutos se passaram e minha visão voltou praticamente ao normal. Só então eu pude olhar em volta e ver onde eu estava. Espantei-me ao perceber que estava em uma antiga estação ferroviária. Não reconheci este lugar, eu nunca estive aqui antes ou pelo menos não consegui me lembrar. Era uma noite fria, não tinha ninguém além de mim na estação. A sensação de estar sozinho em um lugar destes era desconfortante e o medo tomou conta de mim somado ao fato de eu não saber para onde eu deveria ir.

Minha boca estava seca, minha garganta ardia e minha cabeça latejava de uma forma preocupante. Eu precisava de água para beber e para lavar o rosto, então, me coloquei de pé e comecei a explorar a estação. Conforme eu andava, mais surpreso eu ficava por saber como uma simples estação de trens podia ser tão sombria quando se está sozinho e à noite. Depois de alguns minutos caminhando eu encontrei um banheiro e fui lavar meu rosto. Fiquei junto a pia, peguei água com as mãos e joguei em meu rosto, massageando meus olhos com as pontas dos dedos. Meu coração quase saiu pela garganta quando me olhei no espelho, meu rosto estava cheio de cortes e hematomas!

-Céus! Que diabos eu fiz? – Falei sozinho, surpreso e temoroso pelo que teria acontecido comigo antes de eu chegar nesta estação.

Ver o estado em que meu rosto estava me deixou preocupado. Eu estava vestido com um traje social, sapatos de couro negro e engraxados, uma calça de algodão preta e uma camisa de manga longa com listras brancas e cinzas. Meu vestuário não permitia que eu visse meu corpo, portanto, fiz questão de passar as mãos por todo meu corpo à procura de mais estragos e acabei encontrando. Cortes e hematomas por todos os lados, alguns inofensivos e outros intimidadores. Pelo menos eu já sabia para onde eu deveria ir, um hospital.

A água do banheiro não era boa para beber, e como eu ainda estava com sede, continuei a explorar a estação, mas desta vez, com muita dor. Meu cérebro tinha esquecido até dos ferimentos, e vê-los o fez perceber que deveriam doer... Não encontrei nenhum bebedouro e todas as lojas de conveniência do local estavam fechadas devido ao horário, que a julgar pelo silencio, pelo frio e pela discreta neblina que pairava sobre o chão, deveria ser por volta das três horas da manhã. Lembrei-me que na parte externa das estações geralmente tem uma máquina de refrigerantes e de doces. Eu tinha algumas moedas no bolso, não era muito, mas era suficiente para comprar uma garrafa de água, agora, eu só tinha que descobrir como chegar do lado de fora...

Me orientando pelas placas, consegui chegar facilmente na área exterior. Fiquei de queixo caído ao chegar próximo aos trilhos... Eu não estava em uma simples estação, eu estava em uma estação no meio do deserto. Não importava para que lado que eu olhava, só conseguia ver areia por todos os lados que sumiam no horizonte. Fiquei horrorizado ao me dar conta que não tinha como ir para lugar nenhum, pois eu não tinha dinheiro para comprar um bilhete para o próximo trem e ir a pé pelo deserto estava fora de questão. Eu já podia me ver pedindo esmolas para as pessoas que chegassem a estação e esse pensamento me incomodava mais do que as dores do meu corpo, aquilo seria humilhante...

Pouco tempo depois, acalmei meus pensamentos e continuei a procurar pela máquina de refrigerantes. Minha teoria estava certa e eu encontrei a máquina ao lado de alguns bancos, idênticos ao que eu estava deitado. Parei em frente e vi o preço da água, coloquei minha mão no bolso e tirei algumas moedas. Pra minha felicidade, eu tinha dinheiro suficiente para comprar uma garrafa de água e uma barrinha de cereal. Alegre por saber que tinha encontrado algo para beber e comer, eu coloquei as moedas na máquina rezando para que ela me entregasse o que eu pedi. Percebi que minha fé não era das melhores, pois a garrafa d’água ficou enroscada e não caiu. Furioso, nem me atrevi a colocar o restante das moedas para comprar o cereal e dei as costas. Pisando forte, fui andando de volta o caminho que eu tinha feito sem saber ao certo o que eu deveria fazer. Eu já estava um pouco distante da maldita máquina, quando ouvi um barulho vindo dela.

-Minha garrafa de água! – Pensei alto.

Voltei para averiguar, coloquei a mão na dispensa e lá estava ela, mas, não estava só. Senti um papel junto à garrafa e os retirei da dispensa. Aquela noite estava mesmo surpreendente! Encontrei um bilhete que me permitiria embarcar no próximo trem, provavelmente alguém deixou cair dentro da máquina quando fora retirar seu produto.

Aliviado por ter conseguido água e por ter encontrado um bilhete, fechei meus olhos e comecei a beber aquilo que mais parecia o néctar dos deuses, mas, minha alegria foi substituída rapidamente por espanto quando senti a terra tremer junto com um ruído se aproximava, um trem!

Era uma enorme locomotiva, a famosa “maria-fumaça”. Não consegui decidir se eu ficava mais surpreso com a graciosidade do trem ou por um trem tão antigo ainda servir de transporte. Com a sua chegada, o silencio angustiante se dissipou e me deixou aliviado, pois agora eu tinha como chegar à cidade mais próxima e tratar meus ferimentos em um hospital.

Apesar do barulho que deu vida a estação, eu ainda me sentia sozinho. Fiquei esperando alguma pessoa descer do trem para que me dessem informações, mas ninguém apareceu. Por alguma razão estranha, me senti especial, pois parecia que o trem surgira do nada só para me levar...

Como eu imaginava, o lado de dentro do trem não era muito diferente da situação da estação. Não havia ninguém. Confesso que eu não ficaria surpreso se nem ao menos um maquinista estivesse operando a maria-fumaça.

Escolhi um lugar na janela para me sentar e observar o misterioso deserto, poucos segundos depois de eu me acomodar, o trem partiu.

Ah, e antes que alguém pergunte... Não se trata de um jogo, é apenas uma história (e dependendo de como ficar, pode virar um jogo... Quem sabe?). Se você leu até aqui, obrigado! Se comentar, obrigado em dobro!
Flws... blz


Última edição por Willy em Ter 01 Jul 2014, 00:48, editado 1 vez(es)

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por polosam em Dom 29 Jun 2014, 00:27

Sim, você realmente escreve muito bem. Você reúne competências de outros dois gênios do fórum, expressando com maestria a estética adjetiva do Vikintor e a objetividade do Markituh. O texto está muito bom. Eu até tenho um tópico parecido com este. flw 


Spoiler:

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por antchita em Dom 29 Jun 2014, 14:24

que texto longo!!! a prova que vicê escreve muito bem! por que, mesmo que fosse di tamanha da bíblia, cada frase, cada palavra deixa curiosudade para continuar lendo ate o fim! nao é chato... nao tem como o leitor deixar o texto para ler depois! parabens, e espero o capitulo 2...

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por 7hiagomp em Dom 29 Jun 2014, 14:37

Cara, você não escreve mal, mas tem muitos vícios de linguagem.  Não chegam a ser erros, mas por exemplo;  você escreve muito "eu", "meu", seguido.  Como falei não chega ser errado, mas é uma boa idéia usar o sujeito oculto/indeterminado na maior parte das vezes assim o texto fica menos "diario de bordo".

Esse é seu terceiro parágrafo;

Eu não estava em uma simples estação, eu estava em uma estação no meio do deserto. Não importava para que lado que eu olhava, só conseguia ver areia por todos os lados que sumiam no horizonte. (aqui está oculto)Fiquei horrorizado ao me dar conta que não tinha como ir para lugar nenhum, pois eu não tinha dinheiro para comprar um bilhete para o próximo trem e ir a pé pelo deserto estava fora de questão. Eu já podia me ver pedindo esmolas para as pessoas que chegassem...

percebe a quantidade de eus, meus e etc?
tenta substituir assim;

no lugar de:
Trecho Original escreveu:Eu não estava em uma simples estação, eu estava em uma estação no meio do deserto. Não importava para que lado que eu olhava, só conseguia ver areia por todos os lados que sumiam no horizonte.

Sujeito Oculto/indeterminado escreveu:Não estava em uma simples estação, estava no meio do deserto. Para qualquer lado que olhava havia areia que sumiam no horizonte.

dica:
Aqui tambem tinha uma redundância, "...para que lado que eu olhava, só conseguia ver areia por todos os lados...", esse tipo de erro, que é bem simples, pode ser facilmente consertado se você pedir pra um amigo revisar seu texto.  A maioria das pessoas comete esse erro.
Mas vc está indo muito bem, parabéns.

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por Willy em Dom 29 Jun 2014, 19:37

Uau, mais comentários do que eu imaginava receber...  sorrindo 

polosam: Obrigado pelas palavras, estes adjetivos me motivam o continuar a história.

antchita: Agradeço pelos elogios, mas discordo que um texto longo seja sinônimo de bom, não é tão simples assim. A historia tem que prender o leitor, e cada historia atrai um tipo de pessoa diferente.

7hiagomp: Reconheço que usei bastante vício de linguagem... Enquanto eu revisava o texto, sentia que algo ainda podia ser melhorado e que tinha algo de estranho, você encontrou. Em breve adaptarei o texto usando sujeito oculto, bem como tomar cuidado para que esse erro não se repita.
Quanto a redundância, eu percebi esse erro hoje de manha, e se bem me lembro, tinha mais um outro. Escrevi esse texto meio as preces, já estava tarde e eu estava com sono, mas queria compartilhar o texto. Isso não serve como desculpa ou justificativa pelos erros, mas é certo que influenciou um pouco. Obrigado pelas dicas, valem ouro!

Mais uma vez, obrigado a todos que comentaram! blz

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por 7hiagomp em Dom 29 Jun 2014, 19:41

Todo escritor sempre pede pra um amigo revisar.  As vezes é que nem programar o jogo, o nosso olho fica tão viciado no que a gente fez que a gente acaba passando direto nos detalhes, fica o dia inteiro tentando achar um erro na programação e não acha, e sempre é um parenteses que esqueceu, uma variavel que não declarou, coisas super bobas, isso é super comum.  Se você pede pra um amigo revisar ele acha em 1 minuto o seu erro. HAHAHA

Alguém que nunca viu seu texto vai encontrar tudo que você tá dando skip por conta do hábito e pelo próprio fato que foi vc que fez.  O importante é nunca parar de praticar.

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por Susano em Dom 29 Jun 2014, 20:09

Nossa cara muito bom! gostei bastante desta historia Happy você realmente escreve muito bem!

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por antchita em Seg 30 Jun 2014, 09:53

willy: não disse q texto longo é bom.
o que qria dizer é que o teu texto é bom, e que nao importava quantas pagina ele tivesse, a pessoa ficaria interessada para ler até o fim...
é isso, vc escreve bem!

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Idéia Re: Eu escrevo bem? Opinem!

Mensagem por Willy em Seg 30 Jun 2014, 18:37

Galera, fiz alterações no texto! Vejam se está melhor! blz

7hiagomp: Sim, este é o mesmo pensamento que tenho. Publiquei meu texto em um grupo de Facebook voltado para escritores profissionais e amadores para obter opiniões e críticas. Tive uma quantidade considerável de elogios e as criticas focaram-se na repetição de palavras, conforme você citou.
Todos os comentários, tanto aqui quanto os do grupo, estão me incentivando a levar a brincadeira até o fim. Vamos ver no que vai dar...

Susano: Fico feliz que tenha gostado! Obrigado!

antchita:
antchita escreveu:que texto longo!!! a prova que vicê escreve muito bem!
Tirei essa conclusão devido a este trecho que citei, mas agora com sua explicação entendi o que você quis dizer. Vlw!

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